GLOSSÁRIO DE TERMOS GREGOS

Acrópole: Parte elevada de uma cidade onde em geral ficavam os principais templos, de Ákros (alto) + Pólis (cidade).

Agíadas: Uma das duas famílias dinásticas espartanas, descendentes de Ágis I.

Agogá: o rígido programa de formação dos jovens spartiátes que durava dos sete aos trinta anos.

Agorá: espaço central das cidades hellênikas onde situavam-se os prédios públicos e o mercado (equivalente ao Fórum romano).

Akilêus: Aquiles, herói da Ilíada.

Ândron: cômodo utilizados exclusivamente pelos membros masculinos em uma residência familiar.

Ânfora: vaso em cerâmica utilizado para guardar líquidos (vinho) e cereais.

Antídosis: Lit. “uma doação em troca”. Um homem nomeado para realizar uma liturgia poderia evitar esse dever se pudesse nomear outro cidadão mais rico e mais qualificado para realizar a tarefa. Se o homem desafiado concordasse que era mais rico, teria que assumir a liturgia. Do ponto de vista da democracia, a antídosis encorajava os ricos a suspeitarem uns dos outros, em vez de serem hostis para com o Estado.

Apélla: assembleia da qual participavam todos os cidadãos da Lakedaimónia maiores de trinta anos.

Areópagos: colina ao sul da Acrópole em Atênai onde se reunia o conselho de mesmo nome, que nos tempos pré-democráticos detinha as funções do governo. Termo formado por ‘Áreios’ (o Deus Ares) + ‘Págos’ (Colina rochosa).

Arkôn: magistrado atenáio, membro do conselho que antes da democracia tinha o supremo poder entre os atenáioi (plural: Arkôntes).

Askóma: tampa em madeira e couro para os buracos dos remos em uma trirreme. Quando o mar estava agitado, os remos dos níveis mais baixos eram recolhidos e o buraca fechado com a askóma para impedir a água de entrar no navio.

Aulétes: flautista, responsável pela cadência das remadas em uma trirreme.

Bárbaro: entre os hellénes o termo se aplicava a qualquer indivíduo que não falasse a língua dos Hellénes.

Boiotárkes: líder militar dos Boiôtios.

Boulé: conselho de quinhentos cidadãos entre os atenáioi, eram escolhidos anualmente por sorteio para elaborar as matérias a serem votadas pela Ekklesía, a assembleia aberta.

Bouletérion: edifício público em Atênai onde se reunia a Boulé (Conselho dos 500).

Demagogo: de “dêmos” (povo) + “agogôs” (líder), político radical pró-democracia em Atênai, termo negativo equivalente ao que seria um “populista de extrema esquerda” atualmente.

Dême: unidade administrativa na Átika, uma espécie de ‘mini distrito’.

Democracia: regime no qual os direitos políticos eram estendidos a todos os cidadãos do sexo masculino, maiores de dezoito anos. Foi implantado em Atênai a partir de 508 a.C. e posteriormente replicado entre seus aliados. Vários cargos públicos eram preenchidos por sorteio ou eleição e remunerados pelo estado, incluindo a participação nas votações da assembleia, a Ekklesía.

Epibátes: guerreiro que atuava no convés de um navio de guerra.

Filárkos: líder de um grupamento de cavalaria entre os atenáioi e subordinado aos Hippárkoi.

Diékplos: manobra naval que tinha como objetivo atacar as naus inimigas pela lateral.

Dórios: uma das tribos que deram origem aos Hellénes, que se instalaram no Peloponeso em geral. Os Lakedaimónioi, entre outros, eram seus descendentes.

Drákma: Unidade monetária que valia seis óbolos.

Éforo: Um dos cinco magistrados eleitos anualmente para governar os Lakedaimónioi; eram eleitos anualmente para um único mandato como os efetivos governantes de Esparta.

Ekklesía: Assembleia aberta a todos os cidadãos atenáioi.

Enomôtia: menor unidade do exército dos Lakedaimónioi composta por um número variável de hoplitas (entre vinte e quarenta), era comandada por um enomotárkos.

Epibátes: Guerreiro no convés de uma trirreme, estavam aptos a combater contra outros navios em abordagens no mar ou em operações anfíbias.

Erástes: Um homem adulto envolvido em um relacionamento (não somente sexual) com um adolescente do sexo masculino (o erômenos).

Erômenos: Um adolescente do sexo masculino envolvido com um homem adulto (o erástes).

Escravo: Um ser humano que podia ser comercializado como mercadoria. Na antiguidade, a maior fonte de escravos eram os prisioneiros de guerra, vendidos após a derrota. Não havia aspecto racial na escravidão. Os Hellénes aceitavam a escravização de outros Hellénes.

Esporão: ponta de uma trirreme, construída em madeira e bronze, utilizada para perfurar naves inimigas.

Euripôndidai: uma das duas famílias dinásticas de Esparta, descendentes de Euripôn.

Fíle: tribo, divisão política entre os atenáioi instituída pelas reformas de Kleisténes. As dez fílai eram intencionalmente divisões desvinculadas com qualquer questão histórica ou geográfica. Para serem completamente homogêneas eram obrigatoriamente compostas por distritos (dêmes) localizados na zona urbana de Atênai, no interior e no litoral.

Foiníkes: povo semita que habitava o litoral do atual Líbano. Suas principais cidades eram Sidon, Biblos e Tiro. Eram grandes navegadores e fundaram várias colônias, dentre as quais se destaca Cartago. Os Foiníkes foram conquistados por assírios, babilônios e persas.

Geróntes: membro da Gerusía.

Gerusía: conselho de anciãos entre os Lakedaimónioi, formado por vinte e oito anciãos com mais de sessenta anos (os gerontes) e os dois reis.

Ginekêu: cômodo utilizado exclusivamente pelas mulheres em uma residência familiar.

Grevas: protetor para a perna (do joelho até o pé) feito em bronze e couro, para uso em uma falange.

Harmóstes: governador militar lakedaimónio, em geral nomeado por um curto período.

Hebóntes: jovens com idade entre vinte e trinta anos, terceiro e último período de formação de um spartiátes.

Héilotes: habitante das terras originais antes da chegada dos conquistadores dórios, equivalente a um servo medieval.

Hegemonia: supremacia exercida por um povo sobre outros. Um estado hegemônico controlava os estados subordinados, sem eliminar suas identidades e sem necessariamente manter guarnições em seu território.

Héktor: Heitor, herói da Ilíada, filho de Príamos de Tróia.

Heléne: rainha de Esparta, raptada e levada para Tróia, Ilíada.

Helléne: como os antigos gregos se auto identificavam.

Hetáira: companheira, prostitutas do nível social mais elevado entre os Hellénes, em geral letradas.

Hippárkos: comandante do corpo de cavalaria entre os atenáioi.

Himátion: peça exterior vestida sobre o peplos ou kíton. Consistia em um material retangular pesado, passando debaixo do braço esquerdo e seguro no ombro direito. O manto seria torcido em torno de uma alça que também passava sob o braço esquerdo e sobre o ombro direito. Um himátion mais volumoso era usado no tempo frio.

Hipozômata: corda grossa que era estendida no casco de uma trirreme, no sentido longitudinal da popa à proa. Era tencionada ao máximo para garantia maior rigidez ao navio.

Hippêus: entre os Atenáioi o termo designava um combatente a cavalo; entre os Lakedaimónioi, o termo designava um membro da guarda pessoal de um rei.

Hómoioi: iguais, o mesmo que spartiátes.

Hoplítes: guerreiro de infantaria pesada, armado de escudo (hóplon), lança e espada. Uma pesada armadura e elmo de bronze complementavam sua proteção.

Hóplon: escudo redondo com cerca de um metro de diâmetro, feito com madeira revestida com lâmina de bronze. Os Lakedaimónioi o decoravam com a letra lambda.

Iliás: Ilíada, um dos poemas atribuídos a Hómeros, que narra alguns eventos da guerra dos Akaiói contra Ílion (ou Tróia), tendo foco nas figuras de Akilêus e Héktor. Teria sido transcrito por volta de 700 a.C.

Káranos: comandante militar persa em uma região. O príncipe Kúros foi nomeado káranos do oeste da Anatólia em 408 a.C.

Keleustés: mestre dos remadores em uma trirreme.

Kíton: peça de roupa mais leve que era usada por ambos os sexos e todas as idades. Ele consistia em um tubo de tecido retangular e grande, preso ao longo dos ombros e braços por uma série de prendedores. O kíton ia tipicamente aos tornozelos do portador, mas os mais curtos eram, às vezes, usados durante atividades vigorosas por atletas, guerreiros ou escravos.

Klámis: roupa no formato de um retângulo sem emenda de material de lã usado por homens para fins militares ou de caça. Era usado como um manto e preso no ombro direito com um broche ou botão.

Kibernétes: piloto de uma trirreme e o segundo na hierarquia a bordo, abaixo apenas do triérarkos.

Lakedaimónioi: como os antigos lakedaimónioi se auto identificavam.

Lênaias: festival em homenagem a Dionísios Lênaios, em Atênai.

Liturgía: financiamento de serviços do estado imposto aos membros mais ricos entre os atenáioi, podendo ser: trierarkía (cofinanciamento da operação de um navio), festivais religiosos e teatrais.

Lókos: unidade do exército Lakedaimónio composto quatro Pentekóstis com um número variável de hoplítai (320 a 640). Era comandada por um Lôkagos.

Longos Muros: muralhas paralelas que ligavam o centro urbano de Atênai ao seu porto (Peiraêus) percorrendo cerca de seis quilômetros.

Menélaos: rei de Esparta, na Ilíada.

Metóiko: estrangeiro que vivia em Atênai, e por isso sem direitos políticos.

Mina: unidade monetária equivalente a cem drákmai.

Môra: unidade do exército Lakedaimónio composto por dois Lókos com um número variável de hoplítai (entre 640 e 1280). Era comandada por um Polemárkos.

Mótax: um lakedaimónio filho de um spartiátes empobrecido, que não consegue mais bancar seus encargos na sissítia.

Náuarkos: líder dos navios entre os Lakedaimónioi. Tinha mandato de um ano, mas com uma característica peculiar: o eleito só poderia ocupá-lo uma única vez em sua vida.

Náupegos: carpinteiro a bordo de uma trirreme.

Óbolos: unidade monetária básica, de menor valor. O salário de um remador era de três óbolos por dia.

Odisséia: poema de Hómeros que narra a epopeia do herói Odissêus para voltar para sua pátria (a ilha de Itáke) após a guerra de Tróia. Teria sido transcrito por volta de 700 a.C.

Odissêus: Ulisses, herói da Odisséia, que por dez anos vagou pelo Mediterrâneo tentando voltar para casa e para sua mulher Penelópe (Penélope).

Oligarquia: regime no qual o poder era exercido por um pequeno grupo de pessoas pertencentes às classes mais abastadas. Os oligarcas defendiam que o poder deveria estar a cargo daqueles que tinham melhor formação e preparo para governar, ou seja, os ricos e bem-nascidos.

Panatenáia: uma das principais festas anuais dos atenáioi, com seu ponto alto centrado em uma procissão terrestre entre Atênai e o santuário de Elêusis.

Panóplia: armadura composta de couraça toráxica (em geral de linho), elmo, escudo e grevas.

Partenón: principal templo da Acrópole em Atênai, construído em homenagem à deusa Atená Pártenos entre 447 e 432 a.C. O templo anterior havia sido destruído pelos persas em 480 a.C.

Peloponnésios: no contexto deste livro, ‘os peloponnésios’ significa os ‘Lakedaimónioi e seus aliados’, em sua maioria, também oriundos da península.

Pentakosiomedímnoi: Classe censitária em Atênai que incluía os cidadãos mais ricos que podiam arcar com uma Liturgía (despesas públicas), entre elas a trierarkía.

Pentekontárkos: responsável pelos pagamentos e mantimentos em uma trirreme.

Pentekóntor: galera de guerra que antecedeu a trirreme. Não possuía um deque e era manejada por cinquenta remadores. Possuía também um único mastro para a vela.

Pentekóstis: unidade do exército Lakedaimónio composto 4 Enomôtias (com um número variável de 80 a 160 hoplítai). Era comandada por um Pentekóster.

Pêplos: predecessor do himátion, o pêplos era um pedaço de pano quadrado que era originalmente usado sobre o kíton. O terço superior do pano era dobrado e preso em ambos os ombros, deixando o pano aberto para um lado. Às vezes, o peplos era usado sozinho como uma forma alternativa de kíton. Como com o kíton, muitas vezes um cinto ou cinto podia ser usado para prender as dobras na cintura.

Perióikos: habitantes das vilas sob o domínio dos Lakedaimónioi. Não tinham direitos políticos, mas não eram considerados servos. Equivaliam aos metóikoi entre os atenáioi.

Périplos: manobra naval que tinha como objetivo cruzar pela linha de naus inimigas para atacá-las por trás.

Persas: povo originário do planalto do atual Irã. Sob a liderança de Kúros I, o Grande, os persas deram início a uma série de conquistas a partir do século VI a.C. que culminaram em um vasto império que ia da Anatólia até a Índia e do Egito ao sul da Rússia. Com essa expansão, os persas acabaram se defrontando com os Hellénes sob Darêios I e seu filho Xerxes I.

Pníka: colina em Atênai onde se reunia a Assembleia (ou Ekklesía).

Polemárkos: comandante de uma Mora do exército Lakedaimónio. Respondiam diretamente ao rei.

Pólis: ‘cidade-estado’, termo criado pelos historiadores modernos para identificar um pequeno país com um território, uma constituição e instituições próprias (plural – póleis).

Pôntos Êuxinos: (ou somente Pôntos) o Mar Negro atual. De suas costas provinha a grande parte do cereal consumido em Atênai, o que levava aos atenáioi a defenderem a todo custo os estreitos do Bósforos e do Helléspontos (Dardanelos), que conectavam o Pôntos ao Aigáios.

Pornáia: prostitutas de nível mais inferior que serviam os clientes na rua ou em bordeis baratos.

Peste: epidemia que irrompeu em Atênai no segundo ano da guerra (430 a.C.), provavelmente de febre tifoide vinda do oriente. Milhares de cidadãos morreram ao longo de três anos, o que enfraqueceu muito a capacidade de luta dos atenáioi.

Príamos: rei de Tróia e herói da Ilíada (Iliás).

Prítane: representante das dez tribos atenáioi na Boulé (Conselho dos 500) escolhidos por sorteio. A cada mês cinquenta deles lideravam o conselho.

Propílaia: edifício de acesso à acrópole em Atênai.

Quatrocentos (golpe dos): golpe oligárquico em Atênai em 411 a.C. na sequência do desastre na Sikelía. A democracia foi abolida e o conselho dos quinhentos (a Boulé) foi substituída por um conselho de quatrocentos membros, escolhidos entre os mais ricos e influentes. Após discórdias internas entre aqueles que queriam uma oligarquia mais branda estendida à toda classe dos hoplítai e os que queriam uma participação política mais restrita, o governo dos 400 implodiu a si mesmo e foi substituído pelo governo dos 5 mil.

Reis: ver Diarquia.

Rétra: constituição dos Lakedaimónioi.

Sátrapa: governante provincial do império persa (satrapias). Os sátrapas mais relacionados aos Hellénes eram o da Lídia/Kária (com capital em Sárdeis) e o Frígia Hellespontína (com capital em Daskílion).

Servo: ao contrário de um escravo, um servo não era uma mercadoria e não poderia ser comercializado. Porém era ligado à terra, fazendo parte dela. Os héilotes eram considerados servos na Lakonía e Messênia.

Simpósion: termo equivalente a banquete, onde cidadãos livres eram entretidos por músicos e prostitutas.

Sissítia: refeição comum para os grupos de Lakedaimónioi. Esses grupos eram compostos exclusivamente por spartiátes, em geral em número de quinze membros.

Skútoi: povo bárbaro que habitava o norte do Pôntos Êuxinos (Mar Negro), conhecidos também como Sákas (nome moderno: Citas). Havia uma força de trezentos escravos Skútoi que atuava como polícia em Atênai.

Sofista: filósofo que era uma espécie de professor, em troca de pagamento. Era malvistos pelos filósofos tradicionais.

Spartiátes: elite da sociedade dos Lakedaimónioi, os únicos que detinham os plenos direitos políticos e a posse de todas as terras. Eram também chamados de ‘Hómoioi’ (Iguais), embora essa igualdade não fosse tão real quanto apregoavam. Sendo uma minoria em suas próprias terras, os spartiátes eram voltados para a guerra em tempo integral desde a infância como meio de defesa contra esses perenes inimigos internos que os superavam de dez para um.

Strategós: os atenáioi elegiam anualmente dez deles para comandar suas forças navais e terrestres.

Talamítas: remador do nível inferior de uma triéres (trirreme).

Tálentos: unidade monetária equivalente a sessenta minas (ou seis mil drákmai).

Taxiárkos: comandante de unidade em Atênai; os dez eleitos se reportavam aos Strategói.

Têtes: classe de nível mais baixo entre as classes censitárias em Atênai, cujos parcos recursos não permitiam seus membros a comprarem uma panóplia. Serviam basicamente como remadores na frota em troca de um salário. Eram em maior número e acabavam por serem dominados pelos demagogos.

Tirania: regime no qual o poder era exercido por um único membro após tomar o poder. Era a forma de governo mais execrada entre os Hellénes, tanto entre os aliados dos atenáioi como dos Lakedaimónioi. Regimes monárquicos, como o dos persas, embora tidos como legítimos, eram igualmente malvistos pelo fato dos súditos serem considerados como escravos do rei.

Tôlos: edifício público, em geral utilizado para a sede do governo. No caso de Atênai, era onde se reuniam os prítanes.

Tráikes: habitantes da Tráke que viviam em tribos e eram liderados por reis.

Tranítas: remador do nível superior de uma triéres (trirreme).

Triéres: ou trirreme, galera de guerra com cerca de 37 metros de comprimento, 5,5 metros de largura e 1,25 metro de calado; tinha dois mastros para velas. Quando em batalha, sua propulsão era baseada exclusivamente nos 170 distribuídos em três níveis. Sua tripulação, em geral, incluía outros 30 ou 40 membros.

Triérarkos: provedor e comandante de uma trirreme, incumbido de uma trierarkía.

Trierarkía: uma liturgia (ou um trabalho público), contribuição imposta aos cidadãos mais ricos entre os atenáioi que, em conjunto com o estado, financiavam a operação de um navio como um triérarkos

Tritogêneia: como também era conhecida a deusa Pallás Atená.

Xífos: espada curta usada pelos lakedaimónioi.

Zêugitai: classe censitária em Atênai, a terceira em ordem de riqueza, proprietários de terras e fazendeiros que tinham o suficiente para comprar uma panóplia completa e que poderiam lutar como hoplítai em uma falange; (ou) um remador no nível intermediário de uma triéres (trirreme).